Amizade... Por que esta palavra parece tão errada agora?
O que sinto por você não pode ser jogado fora
Mas o que devo fazer para você me notar?
E principalmente, o que é necessário para você me amar?
* * *
Como você pode estar tão perto e ainda assim tão distante?
Como consegue me tirar a razão com um simples sorriso?
Eu penso em você a todo instante!
Mas porquê?
Talvez as coisas do coração simplesmente não possam ser controladas
E sempre acabam nos fazendo sofrer.
E o mais estranho é que é tão bom de se sentir.
* * *
Como consegue me enlouquecer com apenas um sorriso?
Como me faz escapar do mundo com apenas um olhar?
Porque você é o único que me faz acreditar
Que no mundo ainda existe amor?
Não sei se existe uma razão
Mas com um simples "olá" você ganhou meu coração.
Espaço da Poesia
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Poemas
Agora descobri que tudo era uma ilusão
Mas o que posso fazer?
Você roubou meu coração
E agora não sei mais viver sem você.
* * *
E eu gostaria de pode te encontrar só mais uma vez
Dizer que te amo
Mas agora você se foi e sei que é muito tarde
Não importa, eu ainda o chamo
Lembrando de você à noite
Quando a solidão me domina
Buscando pelo único que me anima.
* * *
E agora que estou nesse meu mundo projetado
Tentando escapar das sombras lá de fora
Mas elas ainda invadem esse lado
E por mais que eu esteja cansada de fugir
Não acho que teria forças para enfrentar
Esses sentimentos que me dominam e tentam me impedir
Mas mesmo assim não penso em parar.
Mas o que posso fazer?
Você roubou meu coração
E agora não sei mais viver sem você.
* * *
E eu gostaria de pode te encontrar só mais uma vez
Dizer que te amo
Mas agora você se foi e sei que é muito tarde
Não importa, eu ainda o chamo
Lembrando de você à noite
Quando a solidão me domina
Buscando pelo único que me anima.
* * *
E agora que estou nesse meu mundo projetado
Tentando escapar das sombras lá de fora
Mas elas ainda invadem esse lado
E por mais que eu esteja cansada de fugir
Não acho que teria forças para enfrentar
Esses sentimentos que me dominam e tentam me impedir
Mas mesmo assim não penso em parar.
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Poemas por Cínthia Duarte Melo
terça-feira, 17 de setembro de 2013
O Cristo e a Fé
Joandre Oliveira Melo

Cravado no alto da serra,
A alterosa estátua do Nazareno. Braços abertos sobre a cidade,
Parece querer abraçar nossa terra.
Busca tanger com as pontas dos dedos cada extremidade.
Em relevo o coração salta do peito.
Quis o corpo branco pela cal,
Tingindo-o como o mais algodoal.
Concreção da fé de um povo: devoção e respeito.
É homem, é Deus, é o filho de Maria.
Teu vulto ergue-se por sobre as cabeças dos Pará-Minenses, silenciosamente.
Pousa teu olhar pela outrora pradaria,
Que agora é berço do progresso de nossa gente.
Brava gente, por estas bandas, labora com afinco.
Muitos outros filhos teus, aguardam o volver de teu olhar, além dos arrabaldes da nossa cidade.
Suplicamos, pois, ó Cristo justo, não desvia do Pará o teu olhar cheio de bondade.
Também não esqueça os pobres citadinos, artesãos de tão belo obelisco.
Mova teus olhos divinos,
Aos homens, mulheres e crianças que essa terra gerou.
E, Tu, no alto do morro, a cada um abençoou
sábado, 24 de agosto de 2013
Viajar pela leitura
Clarice Pacheco
Viajar pela leitura
sem rumo, sem intenção.
Só para viver a aventura
que é ter um livro nas mãos.
É uma pena que só saiba disso
quem gosta de ler.
Experimente!
Assim sem compromisso,
você vai me entender.
Mergulhe de cabeça
na imaginação!
sem rumo, sem intenção.
Só para viver a aventura
que é ter um livro nas mãos.
É uma pena que só saiba disso
quem gosta de ler.
Experimente!
Assim sem compromisso,
você vai me entender.
Mergulhe de cabeça
na imaginação!
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domingo, 18 de agosto de 2013
Cortar o tempo
Carlos Drummond de Andrade
Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente
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domingo, 28 de abril de 2013
Eu é que pergunto para a caneta
Gabriel O Pensador
Minha alma quando escreve
Tem a consciência leve
A caneta não faz greve
A caneta é que me leva
Ao planeta mais distante
A luneta mais possante
Malagueta mais picante
É a caneta quando escreve
Feito nave me transporta
Vira chave, abre a porta
Cerra grade, quebra, entorta
Sua tinta me liberta.
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sábado, 30 de março de 2013
O Relógio
Cassiano Ricardo
Diante
de coisa tão doida
Conservemo-nos serenos
Cada minuto da vida
Nunca é mais,é sempre menos
Ser é apenas uma face
Do não ser,e não do ser
Desde o instante em que se nasce
Já se começa a morrer
Conservemo-nos serenos
Cada minuto da vida
Nunca é mais,é sempre menos
Ser é apenas uma face
Do não ser,e não do ser
Já se começa a morrer
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sexta-feira, 22 de março de 2013
Ismália
Alphonsus de Guimaraens
Quando
Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.
No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...
E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava longe do mar...
E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...
As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...
Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.
No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...
E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava longe do mar...
E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...
As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...
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